

Num cemitério encantado
Encontrava-o minha alma lacrimosa.
Em uma barreira deslumbrada
Sonhára eu tocar naquela fera tão formosa.
Ajoelhado sob estacas de prata
Com rios de sangue no olhar,
A natureza a ti fica grata
Pelo poder de te assombrar.
Mas meus mistérios da morte
Vieram para te desmembrar
Como ser deslumbrado nunca mais te vou amar!!!!
Esta foi a história longa
De uma voz que não se prolonga
Nem nas lágrimas te vou tocar...